Percussionista

Percussionista especializada em Percussão Brasileira

A carreira de Thaís Bezerra começa em 1998, em dois grupos da Escola de Música Villa Lobos, no Rio de Janeiro. Ela participou do ‘Chorões do Villa’, com repertório de Chorinho; e da bateria de samba da instituição, comandada pelo Mestre Riko, e que hoje é conhecida como ‘Fina Batucada’. Atualmente, ela integra a fanfarra formada por mulheres ‘Damas de Ferro’ (tocando caixa-robocop). É uma instrumentista especializada em percussão brasileira, dominando diversos instrumentos de percussão popular. Integrou grupos de choro e samba, como o ‘Novas Levadas’, dirigido por Robertinho Silva, e a Companhia Folclórica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atuou na escola de samba mirim Corações Unidos do CIEP, na GRES Estação Primeira de Mangueira e na GRES Unidos de Vila Isabel.

Com mais de 20 anos de carreira, Thaís Bezerra já se apresentou nos principais espaços culturais do cenário musical carioca e também esteve em eventos nacionais e internacionais como o Circuito SESC de Artes em São Paulo, Festival Cubadisco (Cuba) e no Honk Festival, que percorreu as cidades de Nova Iorque, Somerville, Providence (EUA). Ela também participou da cerimônia que marcou o início do revezamento da tocha olímpica nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, na Grécia.

Pandeiro

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De origem árabe, trazido pelos portugueses, o pandeiro se popularizou na música popular brasileira nos gêneros musicais samba e no choro. Vários pandeiristas contribuíram e criaram estilos tais como Jackson do Pandeiro, Marcos Suzano, Clarice Magalhães.

Surdo

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Apresenta diferentes tamanhos e pode ter denominação específica de acordo com cada grupo e gênero musical. Foi criado por Alcebíades Barcelos (o Bide), integrante da Deixa Falar, primeira escola de samba do Rio de Janeiro, adaptando pele animal nas latas grandes de manteiga que, junto com cuícas, pandeiros e tamborins, constituíam as primeiras baterias do Carnaval.

Caixa

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A caixa, membranofone também chamada de caixa clara ou tarol, possui esteira disposta na membrana de resposta (a pele inferior). Há também as caixas de guerra (usadas nas Escolas de Samba), que geralmente tem 12 polegadas de diâmetro e 8 polegadas de profundidade, aro, membrana sintética e tarraxas de afinação.

Xequerê

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O xequerê, de origem africana, também é conhecido como agbê (que, em iorubá, significa cabaça) nas nações de maracatu de baque virado de Pernambuco e como afoxé nos blocos afro baianos. É formado por uma cabaça e uma trama (“saia”) de miçangas ao seu redor. Está presente em algumas nações de Maracatu, assim como em escolas de samba do Rio de Janeiro, tendo se tornado muito popular nos blocos de carnaval carioca.

Congas/Timbal

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As Congas são de origem afrocubana, usadas pelos grupos de Salsa. Enquanto o Timbal é um instrumento que se popularizou nos blocos do carnaval de rua e nas Escolas de Samba cariocas.